The Lucky One (Um Homem de Sorte) [FILME]

Sinopse: A trama, adaptação de um livro de Nicholas Sparks, mostra a história de um fuzileiro naval dos EUA (Zac Efron) que encontra no meio do deserto iraquiano a foto de uma mulher  que nunca conheceu e começa a ter uma sorte surpreendente. Após sobreviver no Iraque, Thibault retorna à Carolina do Sul decidido a encontrar a misteriosa mulher da fotografia, que se tornou um talismã de sorte para ele.

 *OBS: Antes de começar a crítica sobre o filme, gostaria de complementar minha última crítica sobre o livro do mesmo. Um colega meu fez um comentário crítico muito inteligente em relação ao escritor Nicholas Sparks com o qual eu concordei, achando indispensável. Portanto irei dar as honras  a Leonardo Gabbana aqui no meu post. Aí vão suas palavras…

“Nicholas Sparks é previsível porque, talvez, se ele mudasse seu modo de estruturar o livro, ele faria uma aposta ruim. Imagine se ele fizesse de outro modo e flopasse? Ele colocaria sua reputação em risco, perderia credibilidade.” – @leonardogabbana

Voltando aonde estávamos…

Crítica: No começo do filme as cenas me deram a impressão de estarem cortadas. Como se fossem pequenas cenas colocadas uma ao lado da outra, sabe? É como se não houvesse uma “ponte” entre elas, que as ligassem. Por uma fração de tempo, isso me encomodou. Aí fui relevando. Mas dando um exemplo, isso acontece na cena em que Thibault está falando com um senhor no barco. Logo depois o filme pula para uma cena dele em um bar com um outro cara falando a respeito da “mulher da foto”. Acredito que minha estranheza em relação a esse aspecto do filme foi por conta de eu ter me acostumado com a forma como as coisas corriam no livro.

Porém, não tive problema em entender. Talvez por eu conhecer a história inteira, não sei. Gostaria muito de saber se é frescura minha ou se isso realmente causou uma confusãozinha em algumas pessoas que viram o filme antes de ler o livro (me contem nos comentários!). Porque a frequência com que cenas com esse aspecto foram aparecendo durante o filme me deu uma sensação de mal acabamento. Felizmente, em alguns momentos isso deixa de acontecer, sem atrapalhar o sentido.

“Como começar a explicar algo que nem você mesmo consegue entender?”

Zac Efron fez um ótimo trabalho como o misterioso, sério e charmoso Logan Thibault, como sempre. E a bela Blythe Danner, bom, o que eu posso dizer sobre ela? Foi a responsável pela maior parte da diversão do filme. Todas as minhas risadas foram dedicadas à ela e seu talento. Porém, para mim o grande destaque foi Taylor Schilling. Assim que ela entra em cena como Beth, rouba o posto de Zac.

A dor, a confusão, o reflexo de uma vida dura de perdas… Tudo esteve estampado nos seus olhares de uma forma natural e comovente. Ela soube interpretar o misto de sentimentos e os altos e baixos de Beth de uma forma a tornar a personagem real, verdadeira e tocante. Extremamente tocante.

Uma de suas melhores cenas foi sem dúvidas a de Beth e Thibault no jardim conversando. Ali Taylor soube colocar tudo, TUDO o que Beth é, pelo o que ela passou e qual o resultado disso dentro dela: uma mulher forte que possui suas fraquezas como qualquer outra, e acima de tudo, uma mãe incrível.

“Todos possuem um destino. Você é o meu.”

Em geral, senti falta de uma coisa que pode parecer boba, mas que para mim era essencial. Uma característica marcante de Thibault que havia no livro de Sparks, que era o fato dele desde o começo chamar Beth por seu primeiro nome, Elizabeth, assim como só seu irmão a chamava. Na minha opinião isso era indispensável no filme, mas infelizmente aqueles que o fizeram não concordavam comigo.

Apesar de tudo, o filme é apaixonante, divertido, quente, comovente e VERDADEIRO. Uma das minhas adaptações preferidas dos livros de Nicholas Sparks. Tudo graças à Taylor Schilling, que se tornou uma atriz muito admirada por mim, e é claro, todos os outros atores muito competentes que deram vida ao romance. Recomendo.

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